O FMI – Fundo Monetário Internacional prevê que as receitas petrolíferas angolanas devem ficar em 7,6 por cento do PIB nacional este ano.
As contas do Fundo Monetário Internacional, já incorporaram as receitas extraordinárias conseguidos com o aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais. Jornalista Romão Ferreira. Clique no áudio e ouça:
E o economista Paulo Forquilha sublinha que o pronunciamento do Fundo Monetário Internacional deve ser interpretado como um alerta preventivo de política macroeconómica.
Segundo Paulo Forquilha, o FMI recomenda que as receitas extraordinárias resultantes da subida do preço do petróleo sejam canalizadas prioritariamente para o reforço da sustentabilidade fiscal e externa do país. Clique no áudio e ouça:
Paulo Forquilha concorda igualmente com o FMI, ao considerar que Angola precisa transformar os ganhos temporários provenientes do petróleo em capacidade permanente de crescimento do sector não petrolífero. Clique no áudio e ouça:
O economista destaca ainda que a recomendação do FMI faz sentido do ponto de vista económico, tendo em conta a forte dependência do país em relação ao sector petrolífero. Clique no áudio e ouça: