
O milho passa a integrar a lista de produtos de amplo consumo de aquisição obrigatória no país, devendo os operadores económicos licenciados para a sua importação adquirir no mercado interno uma quantidade correspondente, no mínimo, a 30 por cento do total a importar.
A medida foi anunciada, ontem, pelo ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguéns, no final da 3.ª Reunião Ordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros.
A decisão resulta da actualização do Decreto Executivo n.º 130/26, referente à lista de produtos de amplo consumo sujeitos ao Regime Jurídico de Incentivo à Produção Nacional. Com a alteração, os operadores económicos licenciados para a importação de milho passam a ser obrigados a adquirir, no mercado nacional, uma quantidade correspondente, no mínimo, a 30 por cento do volume total que pretendem importar.
O Bié, é uma das províncias com maior tradição na produção de milho. Os produtores consideram a medida do Executivo um alívio para o sector e defendem, igualmente, o reforço do acesso a fertilizantes e outros meios de produção. Clique no áudio abaixo e saiba mais com o jornalista Cecília dos Santos:
Na Província do Huambo, os produtores de milho consideram que a decisão poderá estimular o aumento da produção e criar melhores oportunidades de comercialização. Clique no áudio abaixo e saiba mais com a jornalista Ivone de Lourdes: