As autoridades militares israelitas anunciaram hoje que vão aliviar, a partir do meio-dia de quinta-feira, as restrições de emergência aplicadas desde início dos ataques iranianos ao país.
“As diretrizes de defesa serão atualizadas” e “todo o país passará de um nível de atividade ‘essencial’ para um nível de atividade ‘limitada'”, refere um comunicado das Forças de Defesa de Israel (FDI).
Serão a partir de quinta-feira permitidas concentrações de “até 50 pessoas” e os escritórios poderão também funcionar na proximidade de abrigos antiaéreos.
No entanto, continuarão fechadas as escolas, tal como desde o início da campanha de bombardeamentos iraniano contra o país, a 28 de Fevereiro, em resposta à ofensiva israelo-americana contra Teerão.
Os Estados Unidos e Israel levaram a cabo uma operação conjunta contra o Irão no passado sábado, dia 28 de fevereiro – e o país retaliou. O conflito entra, esta quarta-feira, no seu 5.º dia de ataque sucessivos.
O Irão suspendeu esta quarta-feira a cerimónia pública de despedida do líder supremo do país, Ali Khamenei, marcada para as 22h00 locais (18h30 em Lisboa), remetendo “para breve” o anúncio da nova data e hora do funeral.
E quem lhe sucederá? O nome do seu filho mais velho segue como favorito, sendo que Israel já prometeu que seja quem for, será imediatamente “alvo de eliminação”.
Entretanto, o Irão, assumiu hoje, quinta-feira, 5, ter o “controlo total de Ormuz”. O Estreito de Ormuz, com pouco menos de 50 quilómetros de largura, é um ponto de passagem chave do comércio mundial de petróleo