O Kabuscorp do Palanca e Wiliete de Benguela aviam as malas e rumam à cidade do Huambo, no planalto central, onde domingo, 31, joga a final da Taça de Angola, edição 43. Os “palanquinos” que regressam à final da segunda competição mais importante do calendário futebolístico nacional, deixaram pelo caminho nas meias finais o Desportivo da Huíla, a quem venceram por 2/1, com bis de Ben Arfa, ambos os golos de penalti, ao passo que Mendes descontou para a equipa da Huíla. Leonardo Neiva, treinador do grémio palanquino que reconheceu o facto de os huilanos terem tido mais bola, ressaltou o triunfo num jogo em que o que interessava era vencer e estar na final. Clique no áudio abaixo e ouça:
Já, Bento Kangamba, o presidente do Kabuscorp do Palanca que já perspetiva a presença nas Afrotaças, lança um apelo aos muitos adeptos do seu clube no planalto central. Clique no áudio abaixo e ouça:
Nos huilanos, o treinador Paulo Torres, diz que a sua equipa deu uma lição de futebol, ao mesmo tempo que nas entrelinhas deixou a entender que o triunfo não foi justo. Clique no áudio abaixo e ouça: