Especialistas angolanos em economia, fiscalidade e mercado dos petróleos, afastam nesta altura impactos negativos na economia nacional provocados pela actual situação de crise no médio-oriente. Os especialistas sustentam a sua analise no facto de Angola ser um país exportador de petróleo, uma condição que dá margens para tirar proveito do actual cenário sustentado pela crise do Médio- Oriente. Essa conclusão marcou o debate do Programa Azimute Actualidade que nesta quinta-feira abordou “as incertezas nos mercados internacionais e de petróleo e os possíveis impactos na economia angolana. Clique no áudio abaixo para obter mais informação com o jornalista Lopes Canhina:
O governo angolano, espera pela continuidade do crescimento económico, com o sector não petrolífero a sustentar este indicador. De acordo com o Secretário de Estado para o Planeamento Luís Epalanga, a ideia é garantir a absorção da mão de obra, geração de emprego e de renda, que o sector não petrolífero tem grande margem de realização. Luís Epalanga que diz tratar-se de tarefas do Plano Anual de Desenvolvimento Nacional, diz que para 2026, espera-se igualmente pela desaceleração da inflação. Clique no áudio abaixo e ouça: