{"id":182191,"date":"2025-06-17T08:35:59","date_gmt":"2025-06-17T07:35:59","guid":{"rendered":"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/?p=182191"},"modified":"2025-06-17T08:35:59","modified_gmt":"2025-06-17T07:35:59","slug":"angola-defende-na-onu-fim-das-sancoes-unilaterais-e-solidariza-se-com-paises-afectados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/2025\/06\/17\/angola-defende-na-onu-fim-das-sancoes-unilaterais-e-solidariza-se-com-paises-afectados\/","title":{"rendered":"Angola defende na ONU fim das san\u00e7\u00f5es unilaterais e solidariza-se com pa\u00edses afectados"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-182192\" src=\"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/eef121f6-0876-4906-91de-a7b8cc80f4ae-770x452.jpeg\" alt=\"\" width=\"770\" height=\"452\" srcset=\"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/eef121f6-0876-4906-91de-a7b8cc80f4ae-770x452.jpeg 770w, https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/eef121f6-0876-4906-91de-a7b8cc80f4ae-1170x687.jpeg 1170w, https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/eef121f6-0876-4906-91de-a7b8cc80f4ae-768x451.jpeg 768w, https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/eef121f6-0876-4906-91de-a7b8cc80f4ae.jpeg 1320w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><br \/>\nAngola reiterou esta segunda-feira, na sede das Na\u00e7\u00f5es Unidas, a sua solidariedade para com os Estados-Membros que continuam a ser afectados por Medidas Coercitivas Unilaterais (MCU), as quais, segundo o pa\u00eds, comprometem gravemente o acesso \u00e0 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, financiamento e desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o foi apresentada pelo Representante Permanente de Angola junto da ONU, embaixador Francisco Jos\u00e9 da Cruz, durante uma sess\u00e3o plen\u00e1ria da Assembleia Geral dedicada ao tema \u201cElimina\u00e7\u00e3o de Medidas Coercitivas Unilaterais como Meio de Compuls\u00e3o Pol\u00edtica e Econ\u00f3mica\u201d.<\/p>\n<p>Para o diplomata, tais medidas s\u00e3o contr\u00e1rias ao direito internacional, \u00e0 Carta da ONU e aos princ\u00edpios das rela\u00e7\u00f5es pac\u00edficas entre Estados, por violarem os direitos humanos e minarem as perspectivas de desenvolvimento dos pa\u00edses visados.<\/p>\n<p>Angola apelou aos Estados que ainda aplicam essas san\u00e7\u00f5es para que as revoguem de forma definitiva e se abstenham de recorrer a tais pr\u00e1ticas no futuro.<\/p>\n<p>Durante a sua interven\u00e7\u00e3o, o embaixador destacou o caso do Zimbabwe como um exemplo flagrante de medidas injustas impostas fora do quadro do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU, cujos efeitos negativos persistem h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas. Recordou o relat\u00f3rio da Relatora Especial da ONU, Alena Douhan, que em 2021 recomendou o levantamento imediato dessas san\u00e7\u00f5es, alertando para os seus efeitos devastadores na economia e na popula\u00e7\u00e3o zimbabueana.<\/p>\n<p>O diplomata referiu ainda que a SADC declarou o dia 25 de Outubro como data de solidariedade contra as san\u00e7\u00f5es ao Zimbabwe.<\/p>\n<p>Outro caso destacado foi o de Cuba, que h\u00e1 mais de 60 anos enfrenta um embargo econ\u00f3mico, comercial e financeiro, considerado por Angola como injustificado e contr\u00e1rio ao direito internacional. Segundo o embaixador, o bloqueio tem causado s\u00e9rias perdas materiais e limitado as capacidades de desenvolvimento do pa\u00eds caribenho, prejudicando os seus esfor\u00e7os para alcan\u00e7ar os Objectivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Francisco Jos\u00e9 da Cruz sublinhou que as MCU n\u00e3o promovem a paz nem o progresso, antes aprofundam desigualdades, dificultam a coopera\u00e7\u00e3o internacional e violam os princ\u00edpios do multilateralismo e do Pacto para o Futuro.<\/p>\n<p>Angola concluiu a sua posi\u00e7\u00e3o com um apelo \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da solidariedade global, ao di\u00e1logo e ao respeito pela soberania dos Estados como base para a paz, desenvolvimento e dignidade humana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Angola reiterou esta segunda-feira, na sede das Na\u00e7\u00f5es Unidas, a sua solidariedade para com os Estados-Membros que continuam a ser afectados por Medidas Coercitivas Unilaterais (MCU), as quais, segundo o pa\u00eds, comprometem gravemente o acesso \u00e0 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, financiamento e desenvolvimento sustent\u00e1vel. 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