{"id":140438,"date":"2024-05-15T20:36:29","date_gmt":"2024-05-15T19:36:29","guid":{"rendered":"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/?p=140438"},"modified":"2024-05-15T20:36:29","modified_gmt":"2024-05-15T19:36:29","slug":"tricolores-e-militares-anulam-se-no-classico-87","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/2024\/05\/15\/tricolores-e-militares-anulam-se-no-classico-87\/","title":{"rendered":"Tricolores e militares anulam-se no cl\u00e1ssico 87"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-140442\" src=\"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/IMG_1198-770x578.jpeg\" alt=\"\" width=\"770\" height=\"578\" srcset=\"https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/IMG_1198-770x578.jpeg 770w, https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/IMG_1198-768x576.jpeg 768w, https:\/\/rna.ao\/rna.ao\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/IMG_1198.jpeg 960w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/>O maior cl\u00e1ssico do futebol angolano terminou com empate nulo entre os eternos rivais, Petro de Luanda e Primeiro de Agosto.<br \/>\nPela primeira vez em v\u00e1rios anos, Tricolores e Militares entravam para o cl\u00e1ssico com ambi\u00e7\u00f5es diferentes, espelhadas num enorme fosso de 18 pontos a maior para os do eixo-vi\u00e1rio, Petro no top e na acirrada luta pelo t\u00edtulo, Dagosto no meio da tabela e na busca de uma honra perdida ao longo de uma das suas piores \u00e9pocas de sempre, mergulhado numa crise financeira sem precedentes.<\/p>\n<p>O apito inicial do cl\u00e1ssico dissipou todas as diferen\u00e7as e nivelou as duas maiores for\u00e7as do desporto angolano, de tal maneira que ao longo dos noventa minutos foi dif\u00edcil divisar quem era o l\u00edder e quem ocupava o s\u00e9timo lugar.<br \/>\nDom\u00ednio repartido, ou excessivo respeito? Eis a quest\u00e3o! O que \u00e9 facto \u00e9 que as primeiras oportunidades, por sinal do Petro, vieram da cabe\u00e7a de Tiago Azul\u00e3o e do p\u00e9 direito de Julinho, que n\u00e3o tiveram arte nem engenho para fazer o que j\u00e1 provaram en\u00e9simas vezes serem capazes: o golo.<br \/>\nA rea\u00e7\u00e3o militar n\u00e3o se fez esperar e tamb\u00e9m surgiu em dose dupla, com Obed Mayamba, primeiro num aparatoso pontap\u00e9 acrob\u00e1tico em que o congol\u00eas acertou em cheio na atmosfera falhando a bola, e depois no lance mais perigoso de todo encontro, na conclus\u00e3o de uma jogada instigada pelo incans\u00e1vel lateral direito Hossi, municiado por Aguinaldo, com toque sublime de Obed para a defesa da tarde, protagonizada por Hugo Marques, que saiu claramente de besta a bestial.<br \/>\nNo reatamento mais do mesmo, a imperar mais o medo de perder do que necessariamente a arg\u00facia e a gana pela vit\u00f3ria. Dos dois bancos Alexandre Santos e Filipe Nzanza mobilizaram novas for\u00e7as para o rect\u00e2ngulo do 11 de Novembro, mexidas que deram mais andamento ao Petro e mais solidez e clarivid\u00eancia ao Dagosto.<br \/>\nPelo meio queixas de parte a parte sobre a arbitragem, que em abono da verdade, manteve as suas impress\u00f5es digitais fora da influ\u00eancia no resultado.<br \/>\nSem ser espectacular como espect\u00e1vel em cl\u00e1ssicos desse calibre, muito pela aus\u00eancia dos golos que inebriam adeptos de parte \u00e1 parte, a partilha de pontos encerrou mais um cap\u00edtulo da \u00e9pica odisseia entre Tricolores e Militares do Rio Seco, sendo que n\u00e3o foi desta que Alexandre Santos venceu dentro das quatro linhas a armada agostina sob a batuta do resiliente Filipe Nzanza, mas ponto suficiente para colocar o Petro no comando isolado do Girabola, numa altura em que ao virar da esquina nos aguardam jogos absolutamente decisivos para as contas finais da prova.<\/p>\n<p>Por: Airton Kenha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O maior cl\u00e1ssico do futebol angolano terminou com empate nulo entre os eternos rivais, Petro de Luanda e Primeiro de Agosto. 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